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PM resiste à prisão e é morto após confronto com policiais em Feira de Santana

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O soldado da PM Arlen Vinícius Pena da Cruz foi morto na noite desta terça-feira (31) em Feira de Santana, após confronto com policiais. Segundo a Polícia Civil, ele reagiu a prisão. O PM chegou a ser socorrido para o Hospital Emec, mas não resistiu. Sua prisão fazia parte de uma operação para desarticular uma quadrilha de tráfico de drogas, liderada pelo PM.
Comandada pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), a operação prendeu quatorze pessoas que faziam parte da quadrilha, entre elas o investigador da Delegacia de Riachão do Jacuípe Jerônimo Correia de Oliveira Júnior e um ex-policial civil, José Ronaldo Alves de Oliveira, demitido em 2014. Segundo disse, ao Acorda Cidade, o delegado Jorge Figueredo, coordenador do Draco, além de comercializar crack, cocaína e maconha, o grupo também estava envolvido com grilagem de terras e caça-níqueis.
Em toda a operação, os policiais apreenderam R$ 23 mil e oito veículos, entre eles uma Range Rover Evoque, que pertencia a Arlen, além de duas pistolas calibre 380, um revólver calibre 38 e porções de cocaína. Arlen estava na corporação há cinco anos.
A operação também prendeu Thiago José Lima Santos, o Tiago Grandão; Renato Pires da Silva, o Renatinho; Edjane da Silva Gomes, a Jane ou Gorda; Antônio Jonathas Nascimento dos Santos; Mitchell Bezerra da Silva, o Michel; Romilson de Jesus Souza, o Toré; Caíque Vieira Ferreira Pinto; Antônio Carlos Ribeiro de Carvalho Junior e Amanda Evellyn de Oliveira Souza. Marcio Novais Ferreira, Fabrício Luiz Soares de Oliveira e Edson Barreto Soares tiveram os mandados de prisão cumpridos no Presídio Regional de Feira, onde já estavam presos.
Conforme o delegado Figueredo, foram decretados 17 mandados de prisão preventiva e um de prisão temporária, além de 22 de busca e apreensão. Apenas o policial civil Jerônimo foi preso em Riachão do Jacuípe. O grupo era investigado desde outubro de 2015.
A ação coordenada pelo diretor do Draco, delegado Jorge Figueiredo, contou com o apoio de equipes da Coordenação de Operações Especiais (COE), departamentos de Homicídios (DHPP) e de Polícia do Interior (Depin), Corregedoria da Polícia Civil (Correpol) e Polícia Militar.

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