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Novo serviço de banda larga via satélite começa a operar no Brasil e promete internet de qualidade

internetstados de São Paulo e Minas Gerais. Até setembro, a HughesNet poderá ser contratada em 21 estados do país, incluindo Rio de Janeiro, Ceará e Mato Grosso, e pretende atender todo o Brasil até 2020.

“A HughesNet oferecerá um serviço com maior velocidade e mais qualidade, para respeitar as particularidades da população brasileira e cumprir sua missão de entregar comunicação a todos”, diz o presidente da companhia.

Preços e planos
A Hughes chega em solo brasileiro com o preço um pouco elevado. No plano residencial da HughesNet, a velocidade varia entre 10MB e 20MB, com valores de R$ 249,90 a R$ 449,90 mensais. Há também uma taxa de adesão de R$ 360 e contrato de fidelidade de 12 meses.

No plano empresarial, o usuário dispõem de 15MB a 25MB de velocidade, com valores de R$ 459,90 a R$ 859 mensais). A taxa de adesão é de R$ 469,90, com contrato de fidelidade de 24 meses. Como oferta de lançamento, a HughesNet está fazendo um teste dos seus serviços para as empresas, dando um mês de contrato sem carência.

Franquia
Utilizando a banda KA, a HughesNet utiliza a franquia de dados, uma das maiores críticas dos consumidores brasileiros em relação à banda larga. A franquia varia de acordo com o plano contratado e, segundo Rafael Guimarães, caso o usuário alcance o limite, a velocidade é reduzida, mas a internet não é cortada. Há também tem a opção de contratar a franquia adicional, com valores a partir de R$ 29,90 a cada 1GB.

“Acreditamos que a redução da franquia bota limites e não gera injustiça, já que o usuário que usa mais intensamente a internet pode tirar espaço do que usa menos”, defende Rafael, explicando também que a empresa quer entregar uma velocidade de internet maior do que a Anatel exige, superando as outras empresas convencionais.

O diretor de vendas e marketing da Hughes, Alceu Passos, também concorda com a utilização da franquia. “Para garantir uma boa qualidade de entrega de internet, precisamos da franquia”.

História
O nome Hughes é em homenagem ao aviador e engenheiro Howard Hughes, que revolucionou o mundo ao usar eletrônicos em aviões. O americano foi um dos homens mais ricos do mundo e ficou famoso ao quebrar o recorde mundial de velocidade em um avião, construir aviões, produzir o filme Hell’s Angels e por se tornar dono de uma das maiores empresas aéreas norte-americana, a TWA.

Rafael Guimarães é o presidente da Hughes
(Foto: Iasmin Sobral/CORREIO)

O serviço de banda larga da Hughes só está chegando agora ao Brasil, mas a empresa já possui uma antiga história no país, incluindo a venda de satélites para a Telebrás e instalando o primeiro escritório da operadora em 1991.

Para oferecer o seu serviço com qualidade, a Hughes fez uma parceria com a emprea brasileira Elsys, responsável pela distribuição do serviço, como a parte de vendas, logística, instalação e pós-venda.

A implantação e expansão da HughesNet pelo país também conta com o apoio da OneWeb, projeto de ampla cobertura com satélites de baixa órbita.

Questionado sobre a qualidade e possível interferência climática no serviço, como costumamos observar com a Sky, empresa de TV por assinatura via satélite, que perde o sinal quando chove, Rafael afirma que a HughesNet não deve se comportar da mesma forma.

“São serviços diferentes. Então a quantidade de tempo que o serviço funciona em determinada condição atmosférica é diferente. Mas criamos uma banda larga para ser mais eficiente que o consumido nas TVs via satélite”, explica.

* A repórter viajou para São Paulo a convite da Hughes

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