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Policial Militar foi morto ao cobrar dívida de R$ 180 a travesti, diz família

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O corpo de José Antônio Bispo Sena, 56 anos, foi sepultado na tarde de domingo (21) no cemitério Quinta dos Lázaros. O soldado reformado da Polícia Militar foi terceiro agente morto neste fim de semana. Os dois primeiros, durante um assalto a ônibus. José Antônio, segundo familiares, por conta de uma dívida de R$ 180 referentes à assinatura de uma rifa.

Os parentes da vítima, que não quiseram se identificar, relataram à imprensa que ele teria ido procurar uma travesti que lhe devia. Portava uma faca enquanto caminhava pelas ruas de Formiga, localidade do bairro de São Caetano.

Durante a cobrança, discutiu com a travesti que gritou para a vizinhança que José Antônio era “um ladrão”. Na sequência, a vitima foi agredida na cabeça a golpes de pá e um bloco de cimento. A autoria do crime está sendo investigada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Carreira conturbada

De acordo com publicação do Correio nesta segunda-feira (22), José Antônio foi afastado das atividades de policial militar em 1985 por conta de problemas psíquicos. Cumpriu menos de um ano de serviço.

Exercia a profissão de personal trainer na Orla de Salvador. Dava aulas de treinamento funcional. No entanto, foi autuado por duas vezes por exercício ilegal da profissão e conduzido à delegacia. A segunda em 2015. Alguns alunos marcaram presença no enterro.

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