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Cadê a brocança? Rendimento em 2017 não justifica titularidade de Hernane no Bahia

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Os números e as recentes atuações já não justificam nem mesmo o apelido. Esperar pelos gols de Hernane não tem sido tarefa fácil para os tricolores. Em 2017, por exemplo, a média do centroavante inclusive é inferior a do reserva Gustavo, que jogou duas partidas a menos e marcou os mesmos cinco gols.Só para traçar um breve comparativo, o titular entrou em campo 13 vezes este ano e atuou por 1.010 minutos. A média corresponde a um gol a cada 202 minutos, ou um gol a cada dois jogos e meio aproximadamente. Gustavo atuou por 712 minutos, quase 300 minutos a menos que o concorrente da posição. Tem média de um gol a cada 142, 4 minutos.

Esses números iniciais correspondem apenas ao atual momento. A queda de rendimento do camisa 9, no entanto, tem sido gradativa desde o segundo semestre do ano passado. Em seu início pelo Bahia, Hernane teve um bom desempenho. Marcou 15 gols nos primeiros 24 jogos.

O recorte vai até a última partida antes da renovação do atleta com o clube que aconteceu no dia 8 de julho de 2016 e cujo novo contrato vai até o final de 2018. Importante lembrar também que Hernane teve lesão complicada no joelho no dia 6 de março de 2016 no triunfo por 2×0 diante do Bahia de Feira, em Senhor do Bonfim e ficou 33 dias de molho, só retornando 9 de abril, nos 2×0 contra o Fluminense de Feira, em Pituaçu, quando marcou até um gol.

Depois da renovação foram foram 36 jogos e 11 gols , o que corresponde a uma média de 0,30 gols por jogo aproximadamente. Ao todo, Hernane tem 60 jogos com a camisa do Bahia e 26 gols marcados.

Insubistituível?

Outro ponto que chama a atenção é que o centroavante dificilmente é substituído por Guto Ferreira. Nos treze jogos deste ano, só saiu de campo contra o Galícia, aos 23 minutos do segundo tempo, após perder um pênalti numa tentativa de cavadinha e ser vaiado pela torcida. Gustavo entrou em seu lugar.

Justamente no intervalo desse jogo, fez uma promessa que não cumpriu: “A gente sabe que sempre vai ter pressão, mas daqui a pouco vai ter o Ba-Vi, eu vou meter gol, vamos ganhar o jogo e vai mudar tudo isso”, não houve o gol, e muito menos o triunfo.

No ano passado, nos 25 jogos sob o comando de Guto na Série B, Hernane foi substituído cinco vezes. Em todas as 60 partidas pelo Bahia, foi substituído em 14. Desde a saída de Cajá, Hernane tem o maior salário do elenco tricolor.

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