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Jair Bolsonaro toma posse da Presidência da República; assista ao vivo

Eleito com 57,8 milhões de votos nas últimas eleições, Jair Bolsonaro (PSL) toma posse hoje do cargo de Presidente da República. A cerimônia, no Palácio do Planalto, está prevista para começar às 14h (Brasília).

O Comboio com Jair Bolsonaro e Michelle, nova primeira-dama, deixa a Granja do Torto em direção à Catedral de Brasília antes do horário planejado inicialmente, 14h30. Movimentações iniciais do novo presidente já causam comoção no público.

Público chega animado para acompanhar a posse de Bolsonaro

Apesar de a Esplanada dos Ministérios ter sido aberta ao público às 9h, o fluxo de pessoas para a posse do presidente Jair Bolsonaro aumentou pouco antes das 13h. As filas na primeira barreira de revista, às 14h40, chegavam à rodoviária urbana de Brasília, cerca de 500 metros do local. A Polícia Militar do Distrito Federal reforçou a equipe de revista, com mais 20 policiais.

A espera na fila não tirou a animação da fluminense Joana D’Arc Trol da Silva. Liderando um grupo de 12 amigos de Niterói, Joana D’Arc cantava e pulava sem parar, agitando os que estavam a sua volta. “O mito chegou, e o Brasil acordou”, cantava Joana D’Arc, vestida nas cores da Bandeira do Brasil.

Posse de Bolsonaro terá a presença de dois ex-presidentes, Sarney e Collor

A cerimônia de posse de Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto contará com a presença de dois dos cinco ex-presidentes vivos do país: o senador Fernando Collor de Mello e José Sarney.

De acordo com a assessoria de imprensa do Itamaraty, responsável pelos convites, todos os ex-presidentes foram convidados, inclusive Dilma Rousseff e Fernando Henrique Cardoso, com exceção do petista Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde abril em Curitiba.

Apoiadores encaram horas de viagem e de espera para ver a posse de Bolsonaro

Oito horas de viagem de ônibus e, pelo menos, oito horas de espera em frente ao Palácio do Planalto -eis a maratona que a dentista Adriana Vanderlei, 45, e a cuidadora Iaci Gonçalves Melo, 53, vão encarar para conseguir assistir à posse de Jair Bolsonaro nas primeiras filas, perto da grade de proteção na Praça dos Três Poderes.

Vestidas com camisetas em que um retrato do presidente eleito é projetado sobre a bandeira nacional, elas contam que depositam em Bolsonaro a esperança de um país sem corrupção e em que os ideais da família sejam valorizados. >> LEIA MAIS

Quem é Michelle Bolsonaro, a nova primeira-dama do Brasil

Reservada, religiosa e com muita influência sobre o presidente eleito. A futura primeira-dama Michelle Bolsonaro, que estará ao lado do marido Jair quando ele receber a faixa presidencial nesta terça-feira (1º), assumirá o novo papel com a promessa de atuar em “todos os projetos sociais possíveis”.

Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) nos cultos da Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, Michelle, 38 anos, justifica a determinação em trabalhar pelo próximo pelo chamado que diz ter recebido de Deus. >> LEIA MAIS

Witzel toma posse no Rio e promete apoio a Bolsonaro

O ex-juiz federal Wilson José Witzel (PSC), 50, tomou posse como governador do Rio de Janeiro prometendo apoio à gestão Jair Bolsonaro nas reformas tributárias e previdenciária e combate duro às organizações criminosas que atuam no estado.

Witzel também mencionou os casos de corrupção que marcaram os últimos governos fluminenses. O estado tem um governador afastado, Luiz Fernando Pezão (MDB), e o ex-governador Sérgio Cabral (MDB) presos. >> LEIA MAIS

Doria diz que apoiará ações implementadas por Bolsonaro

O novo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), reafirmou, durante a solenidade de transmissão de cargo no Palácio Bandeirantes, que vai apoiar as iniciativas do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para contribuir com o crescimento do país e a geração de emprego e renda. Ele citou que contribuirá para as reformas da Previdência e fiscal, além do pacto federativo.

“Vamos, sim, apoiar iniciativas do presidente Jair Bolsonaro para que não pairem dúvidas sobre isso, sobretudo, aquelas que resultem no progresso do país, na geração de empregos e na riqueza para o Brasil e os brasileiros.” >> LEIA MAIS

Caravana bolsonarista tem cidra, hebraico, 18 horas de estrada e ‘esperança no futuro’

“A Caravana da Esperança” é como  Marcia batizou o comboio que faria um bate-volta São Paulo-Brasilia. Seriam quase 40 horas e 2.000 km a bordo para ficarem menos de oito horas na capital brasileira. Pelo “mito”, diziam, vale tudo.

“Do You Hear the People Sing?”, tema do musical “Os Miseráveis” sobre “a canção dos homens furiosos”, ecoou no veículo que trazia na lateral a inscrição “super luxo”.

Muitos ali vieram de periferias ou cidades vizinhas da capital paulista e penaram para pagar os R$ 300 cobrados. >> LEIA MAIS

Diário Oficial traz exonerações dos ministros de Michel Temer

A primeira edição de 2019 do Diário Oficial da União (DOU) traz as exonerações de ministros de Estado e outras autoridades do governo do presidente Michel Temer. Nesta tarde, ele entrega o cargo para o presidente eleito, Jair Bolsonaro.  >> LEIA MAISComentários (3)Entre para postar um comentário.Agência Brasil

Caberá a Bolsonaro definir o valor do salário mínimo de 2019

Agência Brasil

 Agência Brasil,Agência Brasil 20 horas atrás 

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O presidente Michel Temer deixou para o sucessor, Jair Bolsonaro, definir a nova política para o salário mínimo. A regra atual para cálculo perde validade amanhã (1). O valor atual do salário mínimo é de R$ 954.

No Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2019, o valor fixado para o mínimo a partir de 2019 é de R$ 1006. Porém, é necessário confirmar o valor e definir também as regras que vão vigorar para os próximos reajustes.

Tradicionalmente, o decreto é editado nos últimos dias do mês de dezembro. A Agência Brasil apurou que Michel Temer não irá assinar mais nenhum ato que envolva impactos futuros.

O salário mínimo é usado como referência para os benefícios assistenciais e previdenciários. Bolsonaro tem até o dia 15 de abril para decidir se mantém a regra ou se muda.

Pela regra atual, o mínimo deve ser corrigido pela inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) dos dois anos anteriores.

Os ministérios da Fazenda e do Planejamento informaram que o valor do mínimo foi revisado para cima porque a estimativa de inflação pelo INPC em 2018 passou de 3,3% para 4,2%. O INPC mede a variação de preços das famílias mais pobres, com renda mensal de um a cinco salários mínimos. Alguns Estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, têm valores diferenciados para o salário mínimo, acima do piso nacional.

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