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Governo municipal de Itabuna tenta acabar com mais um projeto social

Dessa vez a ação foi a retirada das 6(seis) mesas profissionais que compõem o trabalho do Tênis de mesa em Itabuna há uma década desenvolvido pelo professor Marcos Junior dentro das dependências do Colégio Ciso, .

As mesas foram compradas pelo município na época do ex prefeito Azevedo, com total apoio do ex secretário de educação Prof. Gustavo Lisboa em parceria com a secretaria de esportes e lazer a fins de atender a toda comunidade Itabunense, inclusive com o intuito de manter em pleno funcionamento o trabalho da seleção de Tênis de mesa de Itabuna que atualmente conta com mais de 200 títulos estaduais, bem como títulos estaduais e nacionais da modalidade.

Vale salientar que os jogos estudantís de Itabuna, os jogos do Ciso e os jogos estaduais da rede pública (JERP´s) outrora não tinham tênis de mesa como modalidade, a partir desse trabalho realizado em itabuna passaram a ter, e hoje usam essas mesas para suas atividades anuais.

No entanto, com o fim do convênio do CISO com a secretaria de educação de Itabuna, a mesma entende que essas mesas devem sair de lá juntamente com todo material existente no patrimônio o que é um absurdo! Isso porque a Associação Grapiunense de Tênis de mesa(CGTM) não tem vínculos com o CISO, é uma pessoa de caráter jurídico a parte, que usa as dependências cedidas pela escola  para exercer suas atividades com todos os interessados por essa modalidade em Itabuna e região, já que o CISO sempre foi uma instituição de caráter social, que há 50 anos faz o papel que cabe ao governo fazer.

Por fim, as mesas serão enviadas a 3 escolas municipais que não darão frutos, onde provavelmente serão guardadas em algum lugar, ou mal usadas, justamente porque não há profissionais no município com especialidade na modalidade, e retiraram as mesas justamente do local onde o trabalho é realizado pelo professor Marcos junior, que começou tudo do zero, sendo que nunca foi remunerado pelo município e sempre atendeu como voluntário a classe estudantil por dez anos.

“Eu fico profundamente triste por ver tamanha falta de bom senso de uma gestão que não tem amor pelas pessoas, que dizem lutar pela educação mas fecham escolas, que dizem lutar pela saúde mas fecham postos médicos, e que por fim acabam com o esporte da cidade, que é a principal ferramenta de combate contra a violência, drogas e doenças que assolam nossos jovens. Mas não vamos parar, vamos começar tudo de novo, temos o apoio da comunidade, nosso trabalho é feito com paixão e isso é visto por quem nos acompanha. Foi por esse motivo que Deus me escolheu para esse trabalho, porque ele sabia que eu nunca desisto daquilo que começo.”  afirma o professor Marcos Junior

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