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Conjunto Penal de Itabuna intensifica fabricação de máscaras

O Conjunto Penal de Itabuna (CPI) está intensificando a fabricação de máscaras de proteção. A unidade ampliou o quadro de reeducandos envolvidos na linha de produção, de 5 para 30 internos, e já produziu cerca de 5 mil unidades até agora. A produção começou há duas semanas. A meta é produzir entre 3 e 4 mil máscaras por dia até o fim deste mês, começando por 1 mil mascaras por dia a partir de segunda-feira (6). A equipe de professores e monitores está finalizando o treinamento, de forma que todos estejam aptos a produzir peças padronizadas. A empresa Socializa, que operacionaliza a unidade em regime de cogestão com o Governo do Estado, faz a supervisão dos internos por meio do Setor de Terapia Ocupacional, que acompanha a capacitação do pessoal.
O Conjunto Penal de Itabuna (CPI) está intensificando a fabricação de máscaras de proteção. A unidade ampliou o quadro de reeducandos envolvidos na linha de produção, de 5 para 30 internos, e já produziu cerca de 5 mil unidades até agora. A produção começou há duas semanas. A meta é produzir entre 3 e 4 mil máscaras por dia até o fim deste mês, começando por 1 mil mascaras por dia a partir de segunda-feira (6). A equipe de professores e monitores está finalizando o treinamento, de forma que todos estejam aptos a produzir peças padronizadas. A empresa Socializa, que operacionaliza a unidade em regime de cogestão com o Governo do Estado, faz a supervisão dos internos por meio do Setor de Terapia Ocupacional, que acompanha a capacitação do pessoal. O Conjunto Penal de Itabuna (CPI) está intensificando a fabricação de máscaras de proteção. A unidade ampliou o quadro de reeducandos envolvidos na linha de produção, de 5 para 30 internos, e já produziu cerca de 5 mil unidades até agora. A produção começou há duas semanas. A meta é produzir entre 3 e 4 mil máscaras por dia até o fim deste mês, começando por 1 mil mascaras por dia a partir de segunda-feira (6). A equipe de professores e monitores está finalizando o treinamento, de forma que todos estejam aptos a produzir peças padronizadas. A empresa Socializa, que operacionaliza a unidade em regime de cogestão com o Governo do Estado, faz a supervisão dos internos por meio do Setor de Terapia Ocupacional, que acompanha a capacitação do pessoal.

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