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Corpos de mãe e filha são encontrados em beira de estrada de Camaçari

Um mistério A van de Nerivan não foi localizada. O caso é investigado pela 4ª Delegacia de Homicídios/Camaçari (DH/RMS), que atende também a Região Metropolitana de Salvador. 

Segundo parentes de Nerivan, que estiveram pela manhã no Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IML), vítima morava em um conjunto residencial em Camaçari, onde trabalhava fazendo transporte de passageiros no centro da cidade com a van que supostamente foi levada pelos assassinos. 

Nerivan estava em São Paulo e tinha retornado à Camaçari nesta terça-feira. Ele havia viajado com a namorada para visitar os parentes dele, que moram na capital. “Quando eles voltaram, primeiro foram para Santo Estevão, onde ela nasceu, para buscar a sogra e vieram os três para Camaçari”, contou o sobrinho da vítima, o funcionário público Gilson Ney Oliveira, 36. 

De acordo com Gilson, a família já desconfiava do sumiço de Nerivan, pois ele não atendia as ligações durante a semana. “Foi quando ontem, vimos pela televisão o corpo de duas mulheres e achamos uma delas perecidas com Mariza e aí fomos para Cascalheiras, onde identificamos os corpos”, contou Gilson. Os corpos de mãs e filha estavam à beira da Estrada das Cascalheiras. 

Foi a Polícia Militar que estava no local que deu o paradeiro de Nerivan. “Os policiais disseram que mais cedo tinham encontraram o corpo de um homem em Mata de São João. Então, fomos pra lá e, para nossa tristeza, era meu tio”, disse Gilson. Nerivan estava num matagal. 

Segundo Gilson, Nerivan apresentava várias perfurações na cabeça e tórax. Já Marize foi baleada na cabeça e peito. A mãe dela apresentava uma perfuração na cabeça. 

Motivo

Gilson disse que a família não vê motivo aparente para o crime. “Ele era um cara muito brincalhão, era uma criança com todo mundo. O único defeito dele era beber muito e fumar cigarro. Não sei se foi alguma coisa relacionada à briga de trânsito ou uma discussão em bar. Não sei. As pessoas hoje estão matando por tão pouco”, declarou.

Apesar de não saberem a motivação do crime, a família pondera. “Mas uma coisa é certa: ele nunca usou drogas e não tinham nenhum envolvimento com a criminalidade. Sequer foi preso”, pontuou Gilson. Ele disse que parentes foram intimados a prestarem depoimento nesta segunda na 4ª DH/RMS. Ainda não há informações de quando será enterro dos três corpos

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